En la salud y en la enfermedad

I had a malaria attack last 2001 in East Timor and am back now to the Philippines. But the effects of cerebral malaria seem to remain in my body and I carry it forever. Most affected are my speech and my mobility. I am staying at the Immaculate Heart of Mary Parish Community in Quezon City, very much thankful by the love, care and support of our Claretian brothers. The daily life in the community is keeping me rooted as a missionary. Though, with a lot of limitations and difficulties on my part, I may not able to speak and move well because of my sickness (hypoxic encephalopathy, secondary to cerebral malaria, dengue fever, dysarthria, quadriparesis, etc), still I make the effort to participate willingly and happily in communitarian acts and rediscover the joy of living in community. "Lord, whatever you and the community want me to do, I will do the most possible way I can." I continue joining in our daily community prayer faithfully, even-though I have difficulties in uttering the words. Many times, I feel misunderstood due to my speech deficiency, but still I am trying to utter some words even-though most of the time are incomprehensible. This requires a tremendous sense of humility on my part to go with others. But I learned to be more receptive, to learn from and to be formed by others. I am trying my best to be constant with my personal prayer, meditation, Lectio Divina. These help me cultivate my interiority, sense of peace within, maintain an attitude of constant listening, discernment, create a forgiving and understanding attitude. In silence, there is inner strength and witnessing. This sickness gives me the challenge as a missionary. As of now, I may not have a particular task or apostolate to do, but it's only my physical body that is affected. This cannot weaken my capacity to love more, this cannot destroy my hopes, this cannot damage my faith, this cannot suppress courage, this cannot harm the soul. I am happy living faithfully with my brothers in the community with the conviction of being "sent." In my mind and heart, I refuse being stagnant. This sickness has made me realize the value of humility and patience. And most of all, I am more convinced that God walk with me. It has also made me realize how to suffer with the Lord and to those in very difficult missions. I have the capacity to endure and show the supremacy of God. With God on my side... IN TIME, I will overcome.... _____ Ricardo Salomon, CMF [Quezon City, Philippines]
 
O Papa Bento XVI aponta o sofrimento como lugar de aprendizagem: «Podemos procurar limitar o sofrimento e lutar contra ele, mas não podemos eliminá-lo». Depois de uma acção pastoral muito activa, em Portugal e noutros países da África, América e Europa, onde evangelizei consagrados, jovens e casais, fui brindado com uma “insuficiência renal crónica”, começando o tratamento de hemodiálise, quatro horas por dia e três vezes por semana, no dia 20 de Junho de 2008. Ao princípio não foi fácil aceitar a limitação que o tratamento impõe. E, abatido, disse para mim: “Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida. Viverei, para sempre, dependente de uma máquina”, uma vez que o transplante não era aconselhado pela equipa médica. Importante, nesta nova maneira de viver a consagração foi experimentar o “como é bom sentir-se amado” pela família, irmãos de comunidade e Província, amigos espalhados pelo mundo. Procuro a força para aceitar todas as contrariedades na escuta da Palavra de Deus, ruminando-a no meu interior para depois a transmitir, mais com gestos do que com palavras, aos que comigo vivem o mesmo tratamento. É uma experiência nova de vida e uma maneira diferente de viver a consagração sacerdotal. Foi o fim de um período da vida e é o princípio de um outro. Comecei a sentir-me “Missionário do sofrimento” aceitando todas as contrariedades, a partir da Palavra de Deus, e oferecendo-as pelos outros Missionários Claretianos. Durante os anos que Deus ainda precisar de mim aqui, serão pautados pela consciência da limitação, dor e sofrimento, mas com a preocupação de me identificar com o Cristo Sofredor. Uma enfermeira dizia-me nos princípios do tratamento que “as teorias sobre hemodiálise que tinha aprendido, comigo estavam todas erradas por que eu tinha Deus e os santos a apoiar-me.” Sorri e disse-lhe que tinha razão, mas que a competência do pessoal clínico era muito segura, porque eram os auxiliares do Médico Assistente (Deus) e da sua Enfermeira Chefe (a Virgem Maria). _____ Baltasar Azevedo [Colector Prov. de Misas y PUMS - Lisboa, Portugal]

"¡Somos misioneros! La Misión pertenece a nuestra identidad más profunda". | "We are missionaries! The Mission belongs to the core of our most fundamental identity".

MS 1 (Cf. CC 2; Dir 26.)